Para selecionar o tráfego TCP cuja porta de destino é 80 ou 443, use um conjunto:

-p tcp -m multiport --dports 80,443

Em comparação, --dport 80:443 seleciona toda a faixa de 80 a 443, inclusive. Isso captura muitas portas adicionais. A vírgula e os dois-pontos expressam políticas diferentes.

Estes são fragmentos de correspondência, não comandos completos de firewall. Adicione-os à cadeia e à ação exigidas pelo projeto de interceptação.

SeletorO que identifica antes da reescrita
-s 192.0.2.20O endereço de origem do cliente
-d 198.51.100.30O endereço do servidor de destino
--dports 80,443As portas de serviço de destino

O endereço fornecido ao --to-destination do DNAT é o novo destino, por exemplo o ouvinte do proxy. Ele não substitui o significado das correspondências anteriores de origem e destino.

Mantenha o seletor estreito o suficiente para descrever os clientes e o tráfego pretendidos. Em especial, considere as conexões criadas pelo próprio proxy, para que suas requisições seguintes não voltem a entrar no mesmo caminho de interceptação. Escolher a porta 443 também não transforma os bytes dessa conexão em uma requisição explícita a um proxy HTTP; o aplicativo receptor ainda precisa do modo de interceptação adequado. Para encaminhar TCP a um proxy de forma transparente, o tradutor precisa recuperar o destino original e negociar o protocolo do proxy.

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