Se o CPAN aceita a configuração de proxy mas baixa por outra rota, leia a saída de diagnóstico do downloader selecionado. O CPAN.pm pode usar módulos de rede do Perl ou delegar a um programa externo.

Inspecione a configuração interativa atual:

cpan> o conf http_proxy
cpan> o conf ftp_proxy
cpan> o conf no_proxy
cpan> o conf urllist

urllist escolhe o espelho de destino e o esquema, não o intermediário. Um proxy HTTP que busca um recurso FTP continua sendo um ouvinte HTTP; o nome do campo não o transforma em servidor FTP.

Se a transferência invoca o curl, inspecione o ambiente herdado desse filho. Uma inicialização restrita é:

http_proxy=http://proxy.example:8080 https_proxy=http://proxy.example:8080 cpan

Para downloads de espelhos públicos numa rede que permite essa rota, substitua o exemplo por um candidato sem conta desta lista: lista de proxies HTTP. Isso fornece o endpoint HTTP ao CPAN e aos seus filhos, a menos que outro inicializador altere o ambiente. O curl lê http_proxy em minúsculas; a configuração de destino HTTPS pode nomear o mesmo ouvinte HTTP.

Se o CPAN escolher o LWP, siga em vez disso os valores configurados e o comportamento do cliente. Ter o curl instalado não prova que o CPAN o usou. Evite instalar módulos ou editar arquivos de inicialização antes de identificar essa escolha.

Guarde as alterações pretendidas do CPAN com o conf commit na conta que executa a instalação, e mantenha segredos fora dos exemplos compartilhados. Este é o cliente CPAN.pm interativo; o cpanm pode escolher outro downloader e outra configuração mesmo com o mesmo espelho.

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