Para uma sessão interativa de desktop que usa o Secret Service, armazene o segredo do proxy separadamente dos seus atributos de identificação:

secret-tool store --label='Work web proxy' purpose web-proxy host proxy.example

Forneça o segredo separadamente; mantenha-o fora do rótulo e dos atributos. Para recuperá-lo, use secret-tool lookup purpose web-proxy host proxy.example. Esse comando devolve o segredo correspondente na saída padrão, então passe a saída para a interface de credenciais compatível do cliente pretendido, em vez de um registro de diagnóstico compartilhado.

A consulta exige a sessão D-Bus do usuário adequado e um Secret Service disponível. A coleção pode precisar ser desbloqueada. Um trabalho cron não reproduz automaticamente o estado desbloqueado do desktop, e a consulta do root não seleciona o chaveiro de outro usuário.

Trate a falha da consulta ao armazenamento separadamente da autenticação de proxy rejeitada. Enviar silenciosamente uma senha vazia e tentar novamente oculta qual operação falhou.

Prefira campos de credenciais separados no cliente quando houver suporte. Se as credenciais tiverem de ir em uma URL de proxy, codifique usuário e senha como componentes de URI; aspas do shell não fazem codificação de URL.

O chaveiro elimina a necessidade de um segredo literal em .profile. O valor recuperado ainda existe na memória, e exportá-lo o expõe a processos-filho que o herdam. O armazenamento protegido não transforma esse ambiente de execução em um cofre de segredos.

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