O alvo é HTTPS na porta 443, então você espera que a permissão de HTTPS da rede seja suficiente. Porém, o proxy escolhido escuta na porta 18347; a primeira conexão vai para essa porta.

O endpoint cliente-para-proxy e o destino nomeado no CONNECT são endereços separados. Uma rede pode permitir tráfego direto para 443 enquanto restringe conexões de saída para portas de proxy arbitrárias.

Se muitas entradas de proxy não relacionadas falharem antes de qualquer resposta do proxy, compare suas portas de escuta e a política de saída aprovada do cliente. Mantenha o alvo fixo enquanto investiga o primeiro salto comum. Para testes aprovados, compare as portas na lista de proxies gratuitos com essa política; a lista não comprova acessibilidade a partir desta rede. Não conclua que todos os endpoints públicos estão offline apenas porque uma rede restrita não consegue alcançá-los.

Uma tentativa de conexão descartada pode expirar; uma rejeição ativa falha mais cedo. Nenhuma das mensagens sozinha identifica quem aplicou a política. Use os logs da rede local ou regras fornecidas pelo administrador quando disponíveis.

Solicite o endpoint aprovado ou uma mudança de acesso estritamente justificada. Remover toda a política de saída não é pré-requisito para usar um proxy, nem se deve desativar a verificação TLS do destino para reparar uma conexão que nunca chegou a uma troca TLS.

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