Um agente do Azure Pipelines auto-hospedado pode manter regras de contorno de proxy num arquivo .proxybypass no seu diretório raiz. Cada linha é uma expressão regular ECMAScript comparada com um URL.

Por exemplo, uma regra para um host de feed interno pode ser assim:

^https?://packages[.]internal[.]example(?::[0-9]+)?(?:/|$)

A expressão corresponde a URLs HTTP ou HTTPS desse host, com uma porta numérica opcional. O limite depois do nome do host evita corresponder também a um nome mais longo, como packages.internal.example.other-domain.

Este é o arquivo da instalação do agente, não um arquivo colocado arbitrariamente na cópia de trabalho do código-fonte. A sintaxe também difere de um valor NO_PROXY separado por vírgulas. Copiar um curinga de shell como *.internal.example para um campo de expressão regular não preserva o mesmo significado.

Depois identifique quem baixa o pacote

As operações integradas de origem e artefato do agente usam a sua configuração de proxy. As tarefas podem obter as informações de proxy expostas através da biblioteca de tarefas e aplicá-las aos seus próprios clientes HTTP.

Uma tarefa que invoca um processo externo NuGet, dotnet ou curl introduz outro consumidor. Confirme como essa tarefa fornece as configurações de proxy e de contorno à ferramenta. Uma regra de agente correta não prova que todos os clientes de pacotes independentes a tenham lido.

Mantenha o URL do feed interno no registro de diagnóstico, incluindo o esquema e a porta. Teste a regra com o URL que está a ser contactado e depois examine a configuração da tarefa ou do cliente responsável por esse pedido.

Artigos relacionados